11.19.07

Fragonard

Publicado em Artes plasticas às 7:37 pm por Christie

The stolen kiss

Inspiration

The Swing

Confession of love

The reader

La bonne mere

L’adoration des Bergers

La visite a la nourrice

We Never Know How High We Are

Publicado em Poesia às 7:33 pm por Christie

We never know how high we are

Till we are called to rise;

And then, if we are true to plan,

Our statures touch the skies—

The Heroism we recite

Would be a daily thing,

Did not ourselves the Cubits warp

For fear to be a King—

 

Emily Dickinson

Once

Publicado em Cinema às 7:33 pm por Christie

Nao sei se vai passar em muitas salas de exibição no Brasil (ou se vai em alguma), visto que é um filme distante dos padrões de sucesso de Hollywood ( e que a maioria do público brasileiro ama). Mas para quem gosta de um filme alternativo, não vai se arrepender de assisti-lo. A atuação dos protagonistas deixa a desejar aos olhos dos especialistas, visto que não são atores, mas músicos. Pode soar estranho, mas é exatamente a maneira com que atuam que me deixou encantada…só assistindo para entender.

O filme não é um musical como os demais, talvez nem possa ser considerado um musical, mas sustentado por canções; nunca assisti nada parecido. Sobre o roteiro, duas pessoas que se conhecem através da música e por meio dela vão desenvolvendo essa amizade-amorosa, trabalhando suas emoções e questões da vida. O final é encantador e você tem duas opções: amar o filme ou não.

Não vou escrever mais nada…a não ser “assista”.

Words

Publicado em Poesia às 7:31 pm por Christie

 

Be careful of words,

even the miraculous ones.

For the miraculous ones we do our best,

sometimes they swarm like insects

and leave not a sting but a kiss.

They can be good as fingers.

They can be trusty as the rock

you stick your bottom on.

But they can be both daisies and bruises.

 

Yet I am in love with words.

They are doves falling out of the ceiling.

They are six holy oranges sitting in my lap.

They are the trees, the legs of summer,

and the sun, its passionate face.

 

Yet often they fail me.

I have so much I want to say,

so many stories, images, proverbs, etc.

But the words aren’t good enough,

the wrong ones kiss me.

Sometimes I fly like an eagle

but with the wings of a wren.

 

But I try to take care

and be gentle to them.

Words and eggs must be handled with care.

Once broken they are impossible

things to repair.

 

Anne Sexton

Becoming Jane

Publicado em Cinema às 4:59 pm por Christie

O filme tao esperado. O filme tao aguardado pelas “austenianas” (dentre as quais eu me incluo sem pestanejar). Becoming Jane estreou nos EUA dia 3 de agosto. Criticas desfavoraveis a parte, gostei do filme, embora nao seja um retrato fiel da vida de Jane Austen, ateh porque seria impossivel sustentar a trama com apenas relatos deixados por ela em suas cartas, visto que Jane raramente falava sobre sua vida.

A maior critica se volta a atuacao de Anne Hathaway. Nao tenho duvidas que Keira Knightley ou Natalie Portman fariam melhor, a atuacao de Hathaway nao me convenceu no inicio do filme, mas no decorrer dele ateh o final pude ver Jane Austen atraves de sua interpretacao. Sem esquecer de mencionar seu sotaque britanico que ficou perfeito.

Ha uma sugestao de que o famoso e apaixonante Mr. Darcy de sua obra mais famosa, Orgulho e Preconceito, foi inspirado em sua possivel grande e unica paixao, o estudante irlandes de Direito Tom Lefroy, exceto a situacao financeira, enquanto Darcy era de uma familia muito rica, Lefroy era um jovem sem dinheiro, dependente da fortuna de seu tio.

Considerado um Shakespeare in Love em tom feminino, Becoming Jane pode ser caracterizado semibiografico, mas eh um filme que vale a pena ser degustado. Transpirando os ideias de Austen sobre o casamento por amor e nao por motivos financeiros como a sociedade concebia e a dignidade da mulher em viver de seu proprio sustento, a maior escritora britanica de todos os tempos eh relembrada como heroina de muitas geracoes.